quinta-feira, 19 de março de 2015

Ainda sobre o ante projecto da Renamo

Segundo o projecto-de-lei
Autarquia provincial será dirigida pelo Presidente do Conselho Provincial (‪#‎canalmoz‬)
Maputo (Canalmoz) – O projecto-de-lei da Renamo para a criação das autarquias provinciais já está na Assembleia da República. Uma cópia na posse do “Canalmoz” indica que o projecto pretende autonomia administrativa, financeira e patrimonial para as províncias de Niassa, Nampula, Zambézia, Tete, Manica e Sofala, nas quais a Renamo ganhou eleições. O projecto deverá ser debatido nos próximos dias. Caso seja aprovado, a Renamo quer que as autarquias venham a ter órgãos próprios e orçamento próprio. Pretende-se que seja a autarquia a colectar receitas, incluindo as provenientes dos recursos naturais. As autarquias provinciais têm como órgãos a Assembleia de Província, o Conselho Provincial e o Presidente do Conselho Provincial. Segundo a proposta, as acções da autarquia provincial serão em conformidade com a Constituição da República e com a lei, respeitando o princípio da unidade do Estado
“As autarquias são pessoas colectivas de direito público, de população e território, dotadas de órgãos representativos e executivos, que visem, de modo autónomo, prosseguirem interesses próprios das correspondentes comunidades”, lê-se no número 1 do Artigo 3 do projecto, que está na posse do “Canalmoz”.
Segundo o projecto, o território da “autarquia coincide com a área da circunscrição com categoria de província”. À luz do mesmo, “os distritos, postos administrativos, localidades e povoações constituem unidades orgânicas das respectivas províncias”. A Renamo explica que as autarquias exercem as suas atribuições respeitando a Constituição e a lei e o princípio da unidade do Estado. O número 1 do Artigo 4 indica são atribuições das autarquias promover o desenvolvimento, a educação, o ensino e formação profissional, os investimentos, a saúde e a habitação e “lutar contra a pobreza absoluta”.
A Renamo quer que a autarquia goze de poderes de “auto organização, planificação, poder tributário e financeiro”. Quer também que tenha “poder de participação nas decisões do Estado que lhes disserem directamente respeito”. O projecto atribui à autarquia a competência para “adquirir, administrar, onerar e alienar património próprio”. No seu projecto-de-lei, a Renamo fala de autarquias que tenham o “poder de praticar actos administrativos, assinados por privilégio de execução prévia; poder de execução forçada; poder de contratar livremente entidades públicas e privadas, nacionais ou estrangeiras e o poder de litigantes judicialmente”.
Ficam na autarquia 50% das receitas dos recursos minerais
O número 1 do Artigo 57 do projecto-de-lei indica que as autarquias “beneficiam de regime financeiro e patrimonial próprio”. O número 2 do mesmo Artigo determina que “As autarquias provinciais têm orçamento próprio”.
A autarquia tem receitas próprias e correntes. Entre as receitas próprias, o projecto inclui as receitas provenientes dos recursos naturais. O número 5 do Artigo 58 refere que são parte das receitas próprias “50 % das receitas geradas na extracção mineira na autarquia local onde se localizam os respectivos projectos mineiros”. São igualmente receitas próprias “50 % das receitas geradas na actividade petrolífera na autarquia onde se localizam os respectivos recursos”.
O número 5 do Artigo 61 diz que “as autarquias provinciais harmonizam o seu regime financeiro com princípios financeiros e patrimoniais vigentes para o Orçamento do Estado, de modo a facilitar a contabilidade nacional”. O controlo da gestão financeira da autarquia será feito pela Inspecção-Geral das Finanças e pelo Tribunal Administrativo.
Órgãos das autarquias provinciais
A Assembleia de Província é o órgão representativo e deliberativo da autarquia provincial. Os órgãos executivos das autarquias provinciais são o Conselho Provincial e o Presidente do Conselho Provincial.
Segundo a Renamo, a implantação das autarquias provinciais “irá aproximar o cidadão das entidades que profundamente conhecem os seus problemas e com potencial de os resolver”. A Renamo considera que a criação das autarquias provinciais é uma forma de consolidação do Estado de Direito. O projecto-de-lei tem 73 artigos e estabelece o quadro institucional sobre as autarquias provinciais. O projecto é corolário dos entendimentos entre Filipe Nyusi e Afonso Dhlakama. A decisão sobre se o projecto passa ou não está nas mãos da bancada parlamentar da Frelimo, que detém a maioria. O presidente da Renamo disse que espera que prevaleça um acordo de cavalheiros, ou seja, quer que seja dado ao projecto o mesmo tratamento que foi dado à Lei Eleitoral. E avisou que, se isso não acontecer, “Nyusi vai ter problemas”. O projecto é parte das 25 matérias da agenda de trabalhos aprovada pela Comissão Permanente da Assembleia da República. (André Mulungo)
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  • 14 pessoas gostam disto.
  • Paulo Nhamucho Interessante projecto s em pela paz devem aprovar pelo bem estar dx moçambikanos
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  • Filho Da Lbd Muitos pontos sao inconstituicionas nao tem nexo. Desculpa la mano mas ese projecto ja foi chumbada antes de ser analisada
    Ontem às 8:26 · Gosto
  • Alberto Pawandiwa Filho da Filho Da Lbd... aponte alguns para debatermos...
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  • Carlos Hugo Duarte E ja chumbaram mesmo.
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  • Edson Pedro ta uma autentika
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  • Edson Pedro ta uma autentika palhaxada
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  • José de Matos Filho Da Lbd, mostra ai onde é inconstitucional e onde nao tem nexo!
    Edson , onde esta a palhaçada, mostra ai para depois debatermos!
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  • Aurélio Armando Matavele Esse Projecto tem interesses obscuros e nao é de ambito nacional, alias é um golpe palaciano e forma clássica de dividir o Pais, um Projecto Nacional e com interesses de uma nacao nao devia logo a prior indicar exclusivamente as Provincias de Norte e Centro, excluindo o sul, o resto é palha para enganar os tolos.CHUMBOU, façam a guerra se quiserem!
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  • Edson Pedro para que isto aconteca tem d terminar este mandato e implementar noutro legislatura...o governo ja ta formado..regras dum jogo se aprovam antes do jogo cmexar...teriam d desestruturar governo provincial das provincias acima citadas...reaver o osçamento provincial..resumindo um cnjunto d coisas..nao ha cmo
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  • José de Matos Aurelio, onde esta a divisao do pais? 
    Vao ter de mostrar na AR o que esta errado!
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  • José de Matos Edson, porque tem de terminar este mandato? Mostra ai as Leis!
    Cuidado, opiniao é uma coisa, certeza é outra, bem diferente!
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  • Anidia Tacaiana Acho recto que os 50% beneficiem a província e o resto vá para o Estado
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  • Aurélio Armando Matavele Meu amigo ja sabemos o que esta ai por detras querem ter acesso ao dinheiro do tesouro para se municiarem, governar que é bom é mentira, o que fizeram das outras autarquias???
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  • José de Matos Aurelio, isso é uma opiniao pessoal, "ja sabemos", etc., mas nos queremos discutir factos! E eu ja vi que o Aurelio nao leu nada, esta a falar de autarquias, O Projecto nao é sobre autarquias!
    Ninguem precisa de concordar, mas pelo menos ler antes de escrever coisas aqui!
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  • José de Matos Anidia Tacaiana, é isso/, 50% fica na provincia! La nas Provincias afectadas, o Povo vai discordar disso?
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  • Celso Lemos Sozinho Alguns aprendem ou copiam a Palavra incostitucional nao sei de ondem e vem fazer um past aki.... se a constituicao preve isto como alguem aparece a dizer k nao ha como... ha vamu la ler um bocadinho da constituicao e ler o projecto de lei... com certeza tera as sua vantagens, uma delas e a descntralizacao financeira e podera facilitar o desenvolvimento das provincias de forma categorica e bem visivel
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  • Aurélio Armando Matavele O Projecto tem a camisola de autarquia de nivel superior Jose, com autonomia adminsitrativa, Financeira e Territorial na medida em que os Distritos se tornam unidades Organicas da autarquia Superior, ha um porem aqui, os impostos sao colectados localmente e 50% e que passam para o Governo Central, isto meu amigo é uma questao de vontade, uma dependencia do Estado em relação a autarquia, meu amigo isto é sensivel, entao vamos fazer o inverso, o Estado colecta e passa os 50 a autarquia, como acontece actualmente.Estamos atento aos esquemas eu li bemn podes responder porque o Projecto so envolve Centro e Norte?
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  • Naldo Felipe Ndau Os que dizem k é inconstitucional peço k nos indiquem os tais pontos k ferem a constituição, os k dizem k n tem nexo é uma autentica palhaçada peço pra nos dizerem porque de forma clara e objectiva, caso contrário pensaremos k vocês é k são os palhaços falam coisas sem argumentos.
    18 h · Editado · Gosto · 1
  • José de Matos Aurelio, afinal nao les nem acompanhas nada? Porque so envolve Centro e Norte?
    Aurelio, eu nao preciso de opinioes pessoais, genero 'estamos atentos aos esquemas".
    Esta ai uma proposta concreta, que tem de ser discutida com seriedade! Aqui esta so um resumo, podemos acompanhar o documento inteiro e a Motivacao desse documento!
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  • Aurélio Armando Matavele Oh Jose, Niassa, Nampula, Sofala, Tete, Manica e Zambeze, sao todas as Provincias do Centro e Norte, leia texto sobre o qual estamos a comentar, que quero crer que seja uma copia fiel do Projecto, se tiver um Projecto diferente por favor envia nos! Nao estao incluidos no texto Inhambane, Gaza e Maputo...veja o primeiro paragrafo.De tanto ser opiniao pessoal esse Projecto vai chumbar!
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  • José de Matos Aurelio, afinal ainda nao sabe que sao essas Provincias porque a Renamo diz que venceu la? nao firam escolhidas por acaso!
    Custa muito ler o texto?
    ...Ver mais
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  • José de Matos Se alguem quiser reflectir sobre os dois documentos, podem tentar aqui:
    http://1drv.ms/1CyvzXM
    Folder
    ONEDRIVE.LIVE.COM
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  • Edson Pedro ironicamente e curiosamente ganho nas provincias maior nr d eleitor e ond mais se coletam receitas aduaneiras..e ondem tem recursos minerais e nao ganhou eleixoes..
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  • Aurélio Armando Matavele Bem, as eleicoes passadas eram para as Assembleias Provincias, Legislativas e Presidencias, onde entram as Autarquias Provincias?
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  • Andrigo Dominguinho Certo. A Renamo nao conseguiu tomar o poder com as armas agora quer assaltar o poder com questoes qui nao fazem parte doqui esta preconizado na nossa constituicao.Malucos se é guerra vamos tambem somos partido armado. Aurelio Armando Matavel e o senhor Edson Pedro estao certo.
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  • José de Matos Sim, Andrigo Dominguinho, essa tua opiniao ajuda muito!
    Tu nem sequer sabes o que estas a escrever! Afinal a Frelimo é um Partido armado? Tem cada comentador aqui no Grupo !!!
    Hewenah !!!
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  • Andrigo Dominguinho De que partido é o governo
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  • Filipe Chivale meus amigos deixemos de ser escoveiros pois isso é crime. o documento ta mais que claro deviam provar para vermos. nao divide o pais so fala das provincias onde ganhou mais nada. tbm é forma de respeitar o desejo das populaçoes dessas provincias que querem ver algo a mudar. aos que insitam a violencia é assim nós ja nao queremos guerra se calhar voce nao viu a guerra e nunca viu mais a guerra meus amingos nao é bom mata
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  • Olivia Muchacha Sendo assim tenho uma questao? O sera sera feito dos presidentes dos Municipios que ganharam nas eleicoes autarquicas onde a Renamo nem se quer concorreu. Vai ficar complicado
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  • José de Matos Andrigo, absurdo o que dizes! Governo e Partido nao sao a mesma coisa! E quem falou em guerra?
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  • José de Matos Olivia, o Projecto é sobre Provincias, nao autarquias!
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  • Olivia Muchacha Grato pelo esclarecimento.
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  • Aurélio Armando Matavele Heheheheh, Filipe Chivale, cuidado, o branco nao significa santo, abre o olho, esse documento tem a sua genese, dividir o Pais a partir do Save e suas nuances, regioes autonomas, o resto é creme e flores para enganar os distraidos. Eu sou a favor da Descentralização mas não com pano de fundo a divisao do Pais!
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  • Naldo Felipe Ndau Página 3/30 4. As autarquias provinciais exercem as suas atribuições nos termos da Constituição e da lei e no respeito pelo princípio da unidade do Estado. Aurélio Armando Matavele e os que tão com receio que se divida o pais e bom k leam o ante - projecto depois venham debater com argumentos. deixem de falar à toa .
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  • Cristovao Pires Pires Certo, eu ainda estou a ler em breve vou me pronunciar.
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  • Aurélio Armando Matavele Naldo Felipe Ndau, isso é letra, por acaso a Constituicao preve partidos com exercitos? Limpa bem a sua lupa!
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  • Antolinho André É assim; meus irmãos este anteprojecto peca por individualizar. Se o pensamento se basea na "...Unidade do Estado..", porquê particularizar as províncias? A renamo quer tomar algumas provincias como suas por natureza? E dentro de 5 anos depois de se realizar eleições e eles virem a perder em algumas provincias como será? A lei diz claramente as provincias onde a renamo obteve a maioria nas eleicoes de Outubro de 2014. Deixemos de ser simplestas e levemos o assunto a sério. O facto de eles terem obtido a maioria não lhes dá o direito de reivindicar. Esta é a tentativa clara de dividir o País. O Anteprojecto não ressalva as autarquias locais que são dirigidas por outros Partidos, como o MDM? A tutela destas autarquias pelo Estado Central não está clara...
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  • Cristovao Pires Pires Meus caros, não vejo mal nenhum em opinar, mais não se esqueça dos dispositivo legais, 341 e 342 ambos do CC. Ainda há muito tempo para se levantar expulsões sócias. O meu abraço
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  • Cristovao Pires Pires Lei um anteprojecto, não E ler o romance, tens que fazer consulta aos extrumentos legais que regula o mesmo, e a sociedade e não E coisa de hoje para hoje, se não tenho neste grupo mentes no verdadeiro conceito da palavra!
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  • Naldo Felipe Ndau . As autarquias de nível provincial, bem como os municípios de vilas e cidades, conformam-se com o estipulado nos artigos 8, 272, 273,274 e outros da Constituição da República, não ferindo, pois, a unidade nacional ou qualquer outro princípio constitucional. Afirmar o contrário, é alegar que as actuais autarquias, institucionalizadas pela Lei nº 2/97, de 18 de Fevereiro, são inconstitucionais, o que é um absurdo. Aurélio Armando Matavele não pertenço a nenhum partido político apenas kero o bem pra todos moçambicanos quando vejo multidões a seguirem a renamo e seu líder e as enchentes nos comícios entendo que akela gente voto na renamo pork ker mudanças e a descentralização proposta pela renamo pode muito bem trazer mudanças.
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  • Cristovao Pires Pires Obrigado Nando ilustre, tens o ante Projecto em físico?
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  • Naldo Felipe Ndau Nada Cristovão Pires Pires só tenho no formato digital.
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  • Naldo Felipe Ndau Senhor Antolinho André não sei se já leu o ante-projecto e a fudamentacao se é que já leu aconselho a voltar a ler para entender melhor porquê não abrange todo pais, mais pode compreender partir desse trecho " Fiel ao princípio de gradualismo que vem sendo seguido na criação das autarquias de vilas e cidades, municípios, o presente Projecto de Lei propões a criação, numa primeira fase, das autarquias de nível provincial de Niassa, Nampula, Zambézia, Tete, Manica e Sofala, pois é nessas províncias onde o anseio de descentralização e aprofundamento da democracia mais se reclama e é sentido".
    16 h · Gosto · 1
  • Cristovao Pires Pires Grato meu caro Nando, também tenho nesse formato.
    16 h · Gosto · 1
  • Naldo Felipe Ndau Quanto as autarquias locais já existentes e que são dirigidas por outros partidos o documento é claro e diz " 2. A prossecução das atribuições das autarquias provinciais é feita de acordo com os recursos financeiros ao seu alcance e respeita a distribuição de competências entre os órgãos autárquicos provinciais e os de outras pessoas colectivas de direito público, nomeadamente o Estado e outras autarquias locais de categorias inferiores, determinadas pela Constituição, pela presente lei e por legislação complementar. 3. A prossecução das atribuições das autarquias provinciais obedece ao princípio de subsidiariedade e respeita a autonomia das autarquias locais de categorias inferiores". Para me pelo menos está tudo muito claro não vejo nenhum indício que leva me a crer que há nesse documento algum objectivo de dividir o pais, muito menos de usurpar competências das autarquias já existentes.
    16 h · Editado · Gosto · 5
  • Aurélio Armando Matavele Na letra da proposta parece tudo em conformidade, mas esta propalada descentralização coloca o Estado na dependência da Autarquia Superior, porque passam a controlar 100% das receitas do erário público e um dia que entender sendo mais de 50% do territorio geografico de Moçambique no controlo de um partido politico da oposição e com ideiais proprios têm condições optimas para boicotar o Estado e cancelar a transferência dos 50% e unilateralmente declararem as famosas regioes autonomas! Golpe consumado.
    9 h · Editado · Gosto · 1
  • Vicente Zacarias Matsombe Coitadinho de nós o POVO
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  • Filipe Chivale Aurelio tu es da frelimo? essas suas ideas sao dos camaradas.kakakakakakakakikikikikiwakwakwakwakwa. voces pha tem medo de perder o poder porque fizeram muitas brincadeiras. mais uma coisa é deixem os homens a gerir provincias que eles ganharam porque isso é respeitar o voto desses compatriotas
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  • José de Matos Aurelio, todos esses pormenores devem ser discutidos la na AR, mas penso que poucos sao contra a ideia de que parte da receita fica na fonte!
    De qualquer modo,esta ai o projecto, tera de ser discutido com seriedade, e para mim, o mais relevante é que afinal os frelimistas mentiram muito quando falavam de divisao e ser contra a CRM!
    2 h · Gosto · 1
  • Aurélio Armando Matavele Sou Filipe e defendo a integridade territorial, não foram coerentes, falaram de Governo de Gestão, Regiões Autonomas e hoje Autarquias Superiores ou Provinciais, criaram muita desconfiança no processo,quem me garante que o que esta no Projecto é de per si o objecto final? Sabemos que querem muita coisa, onde esta o gradualismo nessa desconcentração e descentralização?
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  • José de Matos Aurelio,Governo de Gestão, Regiões Autonomas e hoje Autarquias Superiores ou Provinciais, etc., sao propostas que tiveram como origem as fraudes eleitorais! A Frelimo ate agora nao apresentou nenhuma proposta para resolverem este conflito politico e rejeitam todas as propostas, inclusivamente esta foi chumbada antes de swer conhecida! E a pergunta continua: e agora? Nao ha outro caminho, tem de haver dialogo, cedendias e compromissos, dos dois lados!
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  • Aurélio Armando Matavele Oh Jose, a lei eleitoral foi aprovada com base na vontade da Renamo que triplicou a estrutura da CNE no quadro pessoal e nos custos operacionais, foram la apenas pada cuidar dos seus pastos e nao os interesses partidarios como era previsto? Se ouve fraude a responsabilidade deve ser partilhada tal como as posições na CNE foram partilhadas.
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  • José de Matos Aurelio, irrelevante quem aprovou, vigilancia, etc, a fraude eleitoral aconteceu e agora estamos a sofrer as consequencias! nem vale a pena falarmos de relatorios, voto vencido do Juiz, editais desaparecidos, etc., etc. Tambem nao vale a pena culpar seja quem for, porque se alguem nao vigia isso nao pode servir de desculpa para roubarem, se o meu vizinho deixar a porta aberta eu nao posso entrar para roubar!
    E agora?
    Soluçoes?
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  • Naldo Felipe Ndau Senhor Aurélio Armando Matavele essas suas análises são muito subjectivas por isso ninguém que pense um pouco só pode debater consigo, e aqui o que estamos a debater é o ante - projecto da renamo, e não nossas preferências políticas, e ninguém tem o dever de garantir te nada o ante projecto vai ser debatido na AR e todas essas suas suposições tenha certeza que os deputados saberam sanar. O resto são tuas opiniões pessoais que eu respeito.
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1 comentário:

SLChiau disse...

Meus queridos, o proprio lider da renamo garantiu-nos que o ante projecto ja esta aprovado e que a AR e so para oficialzar, e se o partido maioritario rejeitar ele vai governar a forca.