quinta-feira, 5 de outubro de 2017

ÚLTIMO DISCURSO DE MAHAMUDO AMURANE

NA PRAÇA DOS HERÓIS EM NAMPULA 04/10/2017.


. Confira o último discurso do presidente do município de Nampula, Mahamudo Amurane, proferido na Praça dos Heróis, cidade de Nampula, por, ocasião das efemeridades do Dia da Paz, horas antes de ter sido crivado de balas.


. ---"“Por ocasião da passagem de mais um aniversario dos acordos de Paz, dia 4 de outubro, em nome do CMCN e em meu nome pessoal, endereço as felicitações a todos os presentes que vieram aqui celebrar esta data que comove todo o povo moçambicano por satisfação incomensurável da Paz. Durante 24 anos desde os acordos de Paz em 1992, os moçambicanos se reuniram muitas vezes para celebrar e aclamar os acordos de Paz de 1992, hoje, 4 de Outubro de 2017, nos reunimos mais outra vez para celebrarmos e aclamarmos os acordos de Paz, mas hoje fazemos de uma forma muito especial, porque trata-se de uma exigência da responsabilidade pela Paz à toda a sociedade moçambicana, não somente ao Governo e aos políticos que já decretaram trégua indefinida do conflito armado. A nossa experiência histórica, como povo moçambicano independente do colonialismo português, consubstancia-se numa sociedade de instabilidade sócio-económica sistemática, derivada do conflito armado, razão pela qual todos os nossos programas de desenvolvimento sócio económico foram frustrados. A paz que hoje celebramos e aclamamos reveste-nos de esperanças de vir concretizados com sucesso os nossos programas de desenvolvimento sócio-económico, se todos nós os moçambicanos e a sociedade em geral em Moçambique nos apropriarmos da cultura da paz no convívio social e privilegiarmos sempre o diálogo na solução dos nossos problemas. Não podemos imaginar uma sociedade livre de conflitos de interesses, sejam eles políticos, sejam económicos ou sociais, mas pela nossa experiência na gestão dos nossos conflitos ao longo da nossa história, como povo independente do jugo colonial português, deve nos levar à reflexão a realidade que obtivemos e, por conseguinte, apelarmos sempre ao diálogo nas nossas divergências de processos de consolidação da nação moçambicana. De igual modo, não podemos imaginar a Paz somente no calar das armas sem considerarmos a verdadeira reconciliação nacional que deve revestir-se na verdade imbuída principalmente no perdão, na cultura de tolerância de ideias divergentes e nas atitudes de paz do povo moçambicano. Modelos de reconciliação nacional que tiveram sucesso em outros países com problemas similares aos nossos, como o modelo de reconciliação sul-africano, deveríamos buscar o nosso aprendizado e termos a coragem de adoptarmos e aplicarmos sem complexos na nossa situação da reconciliação nacional. O modelo da consolidação de uma nação moçambicana alicerçada na unidade nacional, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, deve nos orgulhar cultivando nas nossas comunidades o espírito da cidadania em prol do nosso desenvolvimento, porque os resultados do projeto social da unidade nacional ao longo dos 42 anos da nossa independência nos proporcionaram atitudes da união do nosso povo e nos revestimos da coragem no enfrentamento das barreiras do racismo, do tribalismo, do regionalismo e de todas as formas contrárias à união do povo moçambicano. Todavia, os modelos de concentração e centralização de processos de gestão da máquina administrativa do Estado nos revelaram retrocessos do desenvolvimento sócio-económico do nosso povo, pelo que urge a necessidade de uma maior reflexão e debate sem tabus sobre os modelos da centralização que adotamos e praticamos até aos dias de hoje. Importa desta feita a nossa coragem para a abertura de novas abordagens de gestão da máquina administrativa do Estado, que para o efeito precisamos primeiro remover todas as diretrizes que por força da lei nos impedem seguir rumos diferentes dos modelos da centralização. Assim, apelamos ao Governo para um debate sério nas matérias da nossa Constituição da República, orientando para a nova dinâmica da nossa sociedade que clama para os modeles da desconcentração e maior descentralização da Administração Estatal. A eleição directa e por sufrágio universal de governadores provinciais deve ser tida em conta no passo da descentralização da Administração Estatal, bem como na consolidação da Paz efectiva no nosso país."

Antigo edil da Manhiça responderá em tribunal por desvio de fundos

   


Antigo edil é acusado de ter usado de forma abusiva fundos públicos para fins próprios, durante seu mandato, entre 2003 e 2013
O antigo presidente do Conselho Municipal da Vila da Manhiça, na província de Maputo, Alberto Chicuamba, vai responder em tribunal por crimes de desvio de fundos e abuso de poder, escreve a Rádio Moçambique.
De acordo com aquele órgão de informação, a Procuradoria Provincial de Maputo já remeteu o processo ao tribunal distrital.
Alberto Chicuamba é acusado pelo Ministério Público de ter usado de forma abusiva fundos do erário público para fins próprios, durante o exercício do seu mandato, entre 2003 e 2013.
O processo que acusa o antigo presidente do conselho municipal da Manhiça aponta, também, o envolvimento de alguns funcionários da edilidade, que igualmente estão a ser ouvidos pelo tribunal distrital.
Citando a procuradora-chefe provincial de Maputo, Evelina Gomane, a RM avança que, neste momento, o réu responde ao processo em liberdade. “Temos um trabalho árduo e não é um processo que seja fácil, mas acreditamos que o tribunal vai dar vazão. É nossa preocupação, também, que haja uma decisão célere sobre o processo”, disse Evelina Gomane, procuradora-chefe provincial de Maputo.

PR considera que morte de Amurane contraria todos esforços e apelos à paz

   


Nyusi exorta forças da lei e ordem a tudo fazerem para esclarecer a morte de Mahamudo Amurane
O Presidente da República, Filipe Nyusi, reagiu, hoje, à morte do presidente do Município de Nampula, Mahamudo Amurane, alvejado mortalmente, ontem, em frente à sua casa.
Nyusi diz ter recebido a notícia do baleamento de Amurane com sentimento de choque e profunda tristeza.
Para o Presidente, esta morte “Trata-se de um acto hediondo e vigorosamente condenável em todos os sentidos, independentemente das suas motivações, sobretudo por ocorrer no dia em que exaltamos a paz, reconciliação e concórdia no seio da família moçambicana. É um crime vil que contraria os esforços e o apelo que fazemos a todos os nossos compatriotas no sentido de cada um fazer a sua parte para preservar esta paz que constitui o património sagrado de todos os moçambicanos”, refere o Estadista, em comunicado.
Neste sentido, Filipe Nyusi, que considera o crime brutal e irracional, exorta as forças da lei e ordem para “tudo fazerem com vista a que se esclareça o mais rápido possível, a situação em que ocorreu o crime para que os seus prevaricadores sejam identificados, neutralizados, levados à barra da justiça e, exemplarmente, punidos”.
Por outro lado, apelou a todos os moçambicanos a manterem serenidade e colaborarem com os organismos de investigação competentes.
Em nome do Governo, do povo e em seu, o Presidente da República endereçou condolências à família enlutada.

Dois polícias morrem em ataques armados em Mocímboa da Praia

   


Inácio Dina diz que ainda não há indicação da natureza dos assaltantes em Mocímboa da Praia porque os mesmos estavam mascarados
Pelo menos dois agentes da polícia foram alvejados mortalmente, durante um ataque registado na madrugada registado na madrugada desta quinta-feira, no distrito da Praia, em Cabo Delgado. Segundo a Polícia, cerca de 30 homens armados atacaram, em simultâneo, o Comando Distrital de Mocímboa da Praia, o Posto de Controlo de Awasse e a segunda Companhia da Polícia de Protecção de Recursos Naturais e Meio Ambiente naquele distrito.
Durante o ataque, a polícia abateu três assaltantes e prendeu outros dois e recuperou duas armas de fogo AK47. Porque ainda persistem alguns focos de ataque, a Polícia diz que está a intensificar a patrulha para controlar a situação. “É prematuro afirmar que a situação está controlada. Podemos avançar é que continua perseguição aos bandidos. Preocupa-nos a dimensão do grupo, estamos a falar de mais de 30 homens armados”, disse Inácio Dina, porta-voz do Comando Geral.
Comentando as alegacões segundo as quais o ataque teria sido perpetrado por um grupo terrorista do Al Shabab, Dina disse que ainda não há indicação da natureza dos atacantes. “Os bandidos estavam todos mascarados e comunicavam-se em português, kimwane e swahili, essas últimas línguas faladas no norte do país”.
A polícia diz que a identidade do grupo só será apurada depois do trabalho de investigação em curso, incluindo o interrogatório aos dois assaltantes detidos.

Nyusi diz que ganância e corrupção devem ser combatidas de forma séria

   


Presidente da República defende que descentralização deve aproximar os moçambicanos e não prejudicar a unidade
Filipe Nyusi defende que a ganância e a corrupção têm o mesmo valor que outros crimes, por isso, devem ser combatidos de forma séria. O Presidente da República diz, por outro lado, que a descentralização que se quer implementar deve aproximar os moçambicanos e não prejudicar a unidade.
Na sua intervenção, hoje, durante a abertura do Conselho Coordenador do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Nyusi defendeu um combate cerrado à corrupção, e convida o Ministério dirigido por Oldemiro Balói a estar na dianteira no combate a este mal.
O tema da paz, a situação económica e em particular a exploração de recursos dominaram também o discurso de Filipe Nyusi. O Presidente quer também que se lute para reconquistar a confiança de parceiros.
O Estadista defende que, em tempos de austeridade, Balói e seu ministério devem saber definir prioridades, de modo a reduzir as despesas da instituição. E porque descobre-se cada vez mais recursos no país, Nyusi alerta aos moçambicanos a estarem atentos, de modo a saber tirar ganhos.
O oitavo Conselho Coordenador do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação debate, durante dois dias, temas como a política externa moçambicana, a situação económica do país e os desafios de gestão financeira do ministério.

   Foto de Joao Cabrita.Munícipes de Nampula protestam contra morte de Amurane


Munícipes de Nampula exigem que justiça seja feita
Munícipes de Nampula saíram à rua para protestar contra a morte do seu edil, Mahamudo Amurane.
Em forma de revolta, a população colocou barricadas na avenida Eduardo Mondlane, e está a queimar pneus nas ruas.
Alguns jovens mobilizaram-se e vestiram de preto, exigindo que a justiça seja feita.

   Muchanga apela ao esclarecimento do assassinato de Amurane


Individualidades defendem que não é matando que se resolvem os problemas
António Muchanga, porta-voz da Renamo, Joaquim Chissano, antigo Presidente da República e Dom Dinis Sengulane, bispo emérito da Igreja Anglicana, reagiram, ontem, à morte do edil de Nampula, Mahamudo Amurane.
António Muchanga apela ao esclarecimento do crime. “Lamentavelmente aconteceu e esperemos que as entidades responsáveis pelo esclarecimento dos crimes, incluindo a Justiça, nos tragam toda a verdade sobre esta questão. Se isto não for bem esclarecido, vai ter um custo muito caro para o próprio MDM”, concluiu.
Muchanga considera que não é matando que se resolvem os problemas. “Matar Amurane não é resolver o problema, porque, se calhar, a família dele vai descobrir e matar os autores morais e materiais deste assassinato. E aí estaremos a viver em que tipo de sociedade?”, questionou.
Joaquim Chissano também lamentou o assassinato “Nós estamos a dizer que não queremos violência de qualquer tipo. Mesmo que não fosse num dia como este, em que estamos a falar da paz, seria muito lamentável”.
Chissano acrescenta que que ninguém ganha com o crime e condena o acto “Nós temos um Estado de Direito Democrático. Quaisquer controvérsias que possam haver, não sei com quem ele (Mahamudo Amurane) tinha controvérsia, esta não é a maneira de resolver. Ninguém ganha com isso, é muito triste. É condenável, seja quem for que fez isso”, referiu.
Já Dom Dinis Sengulane diz que todo o país está chocado com o assassinato do edil de Nampula. “Todo Moçambique está enlutado por este acto totalmente inaceitável. É chocante usar-se uma arma para silenciar seja quem for. Insistimos que é preciso desarmar as mentes e, consequentemente, desarmar as mãos. É preciso reconhecer o nosso irmão, independentemente das suas convicções, mesmo que sejam opostas às nossas, ele tem direito de se expressar. Não há ninguém que é tão estúpido que as suas ideias sejam totalmente desnecessárias e que tenha de ser eliminado”.
Mahamudo Amurane foi alvejado à tiro, ontem, em frente à sua casa.
Rapto de criança leva quatro indivíduos aos calabouços em Nampula
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Destaques - Newsflash
Escrito por Júlio Paulino  em 05 Outubro 2017
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Quatro indivíduos, dos quais um mulher, vêem o sol aos quadradinhos, desde a última sexta-feira (29), nas celas da 1ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, indiciados de rapto de uma criança de seis anos de idade, para fins não apurados. Sabe-se, porém, que eles chantagearam o pai da vítima na tentativa de convencê-lo a pagar regaste.
Os acusados respondem pelos nomes de Quinho Mateus, de 30 anos de idade; Beto Retchua, de 24 anos; António Alberto e Ana Retchua, ambos de 25 anos.
O crime de que eles são indiciados ocorreu no dia 24 de Setembro, no bairro de Murrapaniwa, arredores da cidade de Nampula, de acordo com a corporação.
Quinho Mateus é considerado cabecilha da quadrilha e confessou o seu envolvimento, mas alegou a falta de emprego como sendo a causa que lhe arrastou para o problema que hoje enfrenta.
Segundo ele, depois do raptado, o petiz foi encaminhado a um cativeiro, algures no bairro de Murrapaniwa. De seguida, a quadrilha exigiu o pagamento de 100 mil meticais.
O nosso interlocutor contou ainda que, volvidos cinco dias de intensas negociações sem sucesso com a família da vítima, ele e os comparsas aceitaram que o valor baixasse para 30 mil meticais. Porém, no acto da concretização do resgate, os quatro malfeitores foram surpreendidos pela Polícia e detidos.
Quinho Mateus confessou ainda que recebeu da família da vítima 6.200 meticais para o pagamento do táxi no qual a o miúdo seria transportado até ao local do encontro com a família. Reagindo a este caso, a PRM, em Nampula, disse, através do seu porta-voz Zacarias Nacute, que a detenção dos presumíveis sequestradores contou com a colaboração da população.
O miúdo é de uma família de baixa renda. Os 30 mil meticais que a gangue exigia, após estipular um máximo de 100 mil meticais, resultou de contribuições de parentes.
Nacute disse que a corporação está a investigar uma provável existência de outros integrantes na quadrilha ora detida.
Enquanto mais indivíduos não são capturados, em conexão com este caso, foi instaurado um processo-crime que será encaminhado aos órgãos de administração de justiça para efeitos subsequentes.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

TERRORISTAS DO AL-SHABAD ASSALTAM MOCIMBOA DA PRAIA (!?)

Unay Cambuma
1 h
BREAKING NEWS!
TERRORISTAS DO AL-SHABAB ASSALTAM MOCIMBOA DA PRAIA (!?)

INBOX:
" Al-shabab invade mocimboa da praia, 5 policias mortos, sectores estrategicos ocupados."
há 1 hora · Enviado por Facebook Lite

Mano Unay até agora homens da UIR Goe não conseguem controlar a situação, desde ontem"
há 3 minutos · Enviado por Facebook Lite

NOTA:
Atenção FADEMOS "não especiais"
Agora é a hora da verdade, deixem as tais forças especiais irem morrer lá em Mocimboa porque têm os tais subsídios de risco.
Todos os comandantes das forças regulares devem recusar terminantemente toda a ordem mesmo se for uma agressão externa. Os que recebem mais, que sejam os primeiros a ir morrer.

(Mocimboa da Praia pertence a Cabo Delgado)
Unay Cambuma
Comentários
Unay Cambuma É só enviar rangers da Renamo para ai. só 3 chega. Mandem já para la os formidáveis guardas de Dhlakama!
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46 minEditado
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Renamo Moatize Teriam que atuar sozinhos antes que os putos da UIR copiassem.
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Chamuari Naife Kkkkkkk
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Simão Gomes Kkkkk
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Comentários Principais está selecionado e, por isso, algumas respostas podem ter sido filtradas.
Unay Cambuma INBOX Mocímboa da Praia é uma vila moçambicana da província de Cabo Delgado, sede do município e distrito do mesmo nome, foi na calada da noite que não se dormiu em paz, em segurança e tranquilidade, houve bang-bang entre povo e os agentes da PRM, FIR "gorverno", digamos que o que acompanhamos a dias atrás do acontecimento que houve em Niassa/Lichinga foi igualzinho a do distrito de mocímboa da praia, invasão total de banco bim, posto administrativo, inclusive comando distrital, houve sim feridos até mortos. Mais detalhes fica pra próxima oportunidade. Bom dia. há 6 minutos · Enviada por telemóvel
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38 min
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Mmd Maytho MOÇAMBIQUE ESTÁ DE VOLTA: Assim diz o Filipe Jacinto Nyusi, o presidente da República de Moçambique e do partido Frelimo.
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Renamo Moatize O nosso Moçambique, está a saque, Al-Shabab? Onde vamos parar agora, sera que querem confrontar-se com Anadarco? Porque nossa PRM?
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Maria Manjate Mas afinal quem está a atacar Mocimboa da Praia. Ainda nao entendi esta historia.
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Mário Caetano Inácio Pode ser verdade. Alquem acaba mi ligar diretamente de la
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Marques Soares A situação é triste, não só em Mocimboa da praia na localidade de Auasse também há esse confronto, há feridos se calhar mortos também.
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52 min
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Elias Simango Em triste mano um guverno k escolhe grupos pra receber salarios pra sobre viver com os seus familhars? Agoura lam na mossimbua da praia vao os espenciais pra ir correr com os bocos aramy lam porisso esse guverno nao tem nada e sabe nada dispresar outros militar pagar outtos mal outros bem como forsas espenciais etao jam chegou a houra vao lam voceis os espenciais fim da sitacao elias simango
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Afzal Said Aly Muhammad A ser verdade,la nao existe fadm?ou estao interessados somente na serra?
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Afzal Said Aly Muhammad Qual outra força hilario?
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Afzal Said Aly Muhammad Qual outra força hilario?
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Pedro Muana Bobo Bobo Nova colonia a entrar
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Jaime Tomo RM reportou a morte apenas de 1 policia e 4 feridos
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1 hEditado
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Aziza Throne Ouvi 5.. Mas é mesmo al shabab?
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Nire Ernesto Manhalo Pensa que RM vai noticiar o numero maior dos agentes mortos
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58 min
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Simão Gomes Kkkkk ainda cntinua escutando essa pora?que pena.
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Hilario Rafael Sitole A ser verdade, devem unir-se com com outras forças para defender o território
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1 h
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Jose Luis Benjamim Gravata vcs falam d + e n entendem nada d armas,parecem n ser Moçambicanos.
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Simão Gomes Voce que fala pouco qual é a verdade?
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Hilario Rafael Sitole Al shabab em Moçambique? Tenho dúvidas.
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Jose Francisco Almeida Meus Irmaos M Perdoem N Stou Entender Nada O Que Sta Acontecer Na Terra,sera?Mocimba Guerra D Estrangeiros? Se For Gaz E Petroleo D Rovuma Ja Perdemos
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Luis Vaz A ser verdade, isso eh grave.
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Jose Francisco Almeida Unay Mi Fala Sera Q Moz E Nosso Ou Ja Venderao?
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Edu Agostinho Pangacha Agostinho Isso aonde AK mosambiqui
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Jose Francisco Almeida Mas Qual E A Guerra?Mocimboa E Um Dos Primeiros Distritos A Norte D Moz A Ser Verdade Deixemos Brincadeiras Vamos Tratar A Serio,esses Q Andam Com Muita Pontaria Nas Ruas Devem Ir La Agir
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